O mesmo aparelho,
o mesmo valor,
com qualquer vendedor
Você carrega a tabela da sua loja uma vez. No balcão, o vendedor informa o estado real do aparelho e o sistema devolve um único valor autorizado, com data, hora e nome de quem avaliou.
Toda troca trava no mesmo segundo
O cliente chega com o aparelho na mão e alguém precisa dizer quanto vale. Hoje quem decide isso é o vendedor, de cabeça, com fila esperando.
Valor que muda de hora
O mesmo modelo sai por um valor de manhã e outro à tarde, conforme quem está no balcão.
Aparelho caro que encalha
A loja paga demais num aparelho ruim e ele fica parado na prateleira, virando prejuízo.
Troca boa que escapa
A oferta sai baixa demais, o cliente desiste e a venda vai embora junto com a troca.
R$ 250 de diferença na mesma loja, no mesmo dia. A tabela era a mesma — a cabeça é que não.
No fim do mês a margem não fecha
E não existe onde olhar pra saber qual avaliação comeu o lucro. A troca é a única parte da loja que ninguém consegue auditar depois.
A tabela existe. Ela só não chega no balcão.
Não é falta de disciplina do seu time. É que nada disso sobrevive a um sábado cheio. Na hora do atendimento, o vendedor usa o que tem na memória — e a memória de cada um é diferente.
Três passos entre o cliente no balcão e o valor certo
Sem planilha aberta, sem ligar pro dono, sem chute. A regra da sua loja aplicada do mesmo jeito em toda avaliação.
Você carrega sua tabela — uma vez
Os valores são seus. Seus modelos, seus critérios, sua margem. Não é tabela de mercado, não é preço de site de terceiro.
O vendedor avalia no balcão
Ele informa o cliente, o modelo e o estado real do aparelho: tela, bateria, tampa, câmera, Face ID. Leva o tempo de um atendimento.
Sai um valor autorizado
Um. Não uma faixa, não uma sugestão. Com data, hora e o nome de quem avaliou registrados.
O vendedor não vê preço de tabela nem margem.
Ele vê o valor que pode oferecer. O que é seu continua sendo só seu.
Cada um recebe o que precisa
Acaba a dúvida de quanto oferecer
Ele responde na hora, com segurança, sem precisar chamar ninguém nem “consultar o dono”. E não ouve depois que comprou errado.
Acaba a avaliação por feeling
Toda troca que entra na sua loja passou pela sua regra, não pelo humor de quem estava no balcão naquele momento.
Você enxerga o que antes sumia
À parte do balcão, você acompanha o que aconteceu com cada avaliação. É a primeira vez que a troca vira número na sua loja, em vez de sensação.
Quantas avaliações viraram troca?
Quantas foram perdidas?
E por quê?
O que o TROCAPRO não é
Não é tabela de referência de mercado
Os valores não vêm de fora. Vêm da tabela que você mesmo carregou.
Não é site de cotação
Nada é publicado, nada é comparado com terceiros. A avaliação acontece dentro da sua loja.
Não é programa de troca de fabricante
Naqueles, quem define o valor do aparelho é a marca e você só entrega o cliente.
É a tabela da sua própria loja, aplicada do mesmo jeito por todo mundo que atende.
O que todo lojista pergunta
Cada aparelho é um caso, não dá pra padronizar.
Por isso a avaliação é por estado real, item a item: tela, bateria, tampa, câmera, Face ID. Dois aparelhos do mesmo modelo em estados diferentes saem com valores diferentes. O que não muda é o critério.
Meu vendedor vai achar ruim.
Na prática é o contrário. Ele para de carregar sozinho a decisão de quanto oferecer — e de ouvir depois que comprou errado.
Vou ter que refazer minha tabela?
Não. Você carrega a que já usa.
Sua tabela já existe. Falta ela valer no balcão.
Veja o TROCAPRO funcionando com um aparelho da sua própria loja.
Sem instalar nada. Funciona no celular do vendedor.